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12/06/2018

Daquilo de o Google não nos notificar dos comentários

Estava eu entre o desmoralizada e o conformada, justamente por, não sei se com justiça ou não, não receber comentários há bastantes dias, quando resolvi calçar a tairoca, meter a cestinha no braço e ir colher flores lá para as bandas dos comentários a aguardar moderação. E passavam eles dos vinte, môres. Vinte! Vós não me haveis abandonado à minha sorte macaca!
Vou agora publicar tudo, mas não tenho vagar, apesar da disposição e da vontade, para responder a todos neste momento. Mas fá-lo-ei, é irem espiolhando.
Os meus agradecimentos a todos, aos quais se juntam os meus pedidos de desculpas, em nome do coiso, que o problema é ele, não sou eu.
Cá beijinho a uma vossa criada. 

21/04/2018

💗 Bumba


Se quereis perceber um pouco mais do meu ponto de vista, eu estou TODA! um pouco ao minuto 01:00, até ao minuto 01:50.
Execrável, tits.

20/04/2018

Na blogosfera como na vida # 3

A estupefacção. 
Ou então, apenas, 
Quando não tens nada para dizer ao mundo, encriptas e eis um post.


07/04/2018

Os 5 anos do coiso

Foi há cinco anos que escavei este buraco onde me escondo. Lembro-me que era um domingo de tempestade, se não literal, pelo menos literária. Sei que chovia, fora e dentro de mim, e daí adveio a imperiosa necessidade de brotar. Assim, amontanhei-me e pari este espaço, como quem pare um rato.
Havia de fazer uma retrospectiva, num registo trágico, ou então cómico, que são para aí os dois caminhos que, como boa Escorpiosa que sou, sei trilhar. Mas dá-se que não aprecio particularmente nada que comece pelo sufixo retro, a não ser retrosaria (por causa dos alfinetes, aka ironia), pelo que vou abster-me, como aquelas pessoas que não sabem o que querem à boca das urnas. 
Também não estou na mood de fazer um apanhado, geral que ele seja, do que é, neste momento, manter o coiso, pois isso poderia ferir susceptibilidades, e a mim já me bastam as minhas feridas para lamber, que me dão uma trabalheira só em salivação, quanto mais as dos outros.
Em último, não vou homenagear ninguém aqui e agora, reservando tais tributos para o momento e local certos, e hoje it's my party and I cry if I want to. Nem vou deixar indirectas a quem não me grama, nem a quem finge que não me lê e depois se denuncia à vara larga, nem a quem me deixa aqui comentários anónimos (muito mal) disfarçados de amigáveis, pois que sou demasiado directa para isso, e estimo, com fervor religioso, que se forniquem.
Só não me apetece ser querida e fofa (🙄), muito menos captadora de seguidores [incrível, ao fim de cinco anos, e 2783 textos que me saíram dos bons e maus fígados, ter conseguido angariar cem seguidores. Deve haver, cá na blogobola, poucas com este dom, hã?], designadamente porque esta noite dormi poucas horas e estou com os níveis de inspiração abaixo de zero. Isto, obviamente, partindo do pressuposto que haja vezes em que sequer vêm à tona. 
No entanto, quero agradecer a quem cá vem com alguma frequência, ou porque escrevi alguma coisa com (os) pés e (pouca) cabeça, ou porque pus um título que é uma esparrela (caso do da viagem de finalistas) e caem aqui ao engano, mas que me aumentam o número de visitas diárias uma ou outra vez, e isso, sei lá porquê — já que sou bruta —, aquece-me o coração. 


13/02/2018

É preciso tão pouco [e, desta vez, foi tanto] para me fazer feliz # 12

Neste dia, que não é carne nem é peixe (nem sequer um vegetariano decente), em que um ser se iça do leito esmagado (o ser, não o leito) pela culpa de não trabalhar — ah, que não é feriado! —, mas também, se o fizesse, sentiria no couro (cabeludo e demais zonas sem cabelo) o assaz injusto que tal seria, em que o tempo meteorológico nada tem de lógico, quanto mais de meteoro, se deixa invadir sem se deixar conquistar por uma morrinha mental que nem para ir esticar as peles àquele antro de máquinas de torno há animus,
(em compensação, adentrei-me por uma loja da especialidade, que, já para não fazer publicidades daquelas que NMPPI, adianto apenas que responde por um nome que começa por Decat e acaba por hlon — porque a aquisição de outfits para fins de tonificação também devia contar como uma ida ao ginásio, pump it!) 
e eis que recebo esta enorme manifestação de carinho, que me pôs, em plena loja, de lágrimas nos olhos, porque, oh, pá, pode não parecer, mas eu sou uma espécie de humanóide extremamente sensível, e à mulher de César não basta ser céria séria. 
Obrigada, Gaffinha, por teres colorido este meu dia de azul bonito.
(Já agora, escuso de reafirmar o que já sabes, que também tu moras no meu coração — literalmente — esférico, com a única diferença de que eu não sei, ou estou mesmo incapaz, de escrever aquelas coisas todas num Português tão perfeito como tu o fizeste comigo.) (E não, não estou a ser modesta, eu sou mesmo gira.) (Não tão gira como as bonecas do teu talentosíssimo ilustrador — Fernando Vicente —, mas quase.) 

27/01/2018

Já somos 100!

E quem é que havia de me sair na rifa [dirigido a quem é, todo o cuidado é pouco. "Sair na rifa" não cheira a perversão? E "cheira a perversão" também não cheira? E "cheira"?] como centésimo seguidor? El grandessíssimo Patife, aquele que fornica-fornica, faz-o-amor-faz-o-amor, acasala-acasala, e que fez um regresso [é, não é? É, não é? É...] triunfal por estes dias, após anos de ausência (dele) e saudades (minhas, por exemplo), começando logo por, num gesto de grande abnegação como o são todos os seus, se ajuntar ao blog da pessoa.
(Eu tive tanto cuidado com as palavras, e todo o texto me soou a deboche. Mas está clean, não está?)
Bem vindo, Pat, dá um agito aqui na blogobola, a ver se isto anima!
(Continuo a escrever com pinças, e, mesmo assim...)

12/12/2017

Foi tão blogger da minha parte # 7

Fui a um cocktail. Vim de lá agora.
Isto foi a coisa mais blogger que fiz nos últimos tempos. É o meu máximo.
O meu cabeleireiro comemorou 25 anos de actividade, e eu, freguesa para lá de vinte e quatro, compareci, após convite. 
Comi bolo (duas nano-fatias, é como se fosse meia fatia de um bolo normal). Anyway, não vou para nova, também não vou para magra, também não vou para freira.
~
Uma mostrou o rabo à blogobola toda; a outra pôs a filha, que ainda não sabe escrever, a assinar postais de Natal com crianças vestidas de rena, de pila à mostra. (Uh, fancy, uh, moderno, aqui a atrasada é que não tem encaixe.)
~
Nunca serei uma blogger a sério.
Nunca alcançarei atingirei aquele nível.

31/10/2017

O que é que eu fiz???

Agora a sério, o que é que eu fiz, que me voaram daqui três ou quatro seguidores nos últimos tempos?
Ando a ser ainda mais controversa/ enigmática/ irascível?
Menos interessante/ sedosa/ brilhante?
A concorrência esmaga-me/ trucida-me/ electrocuta-me?
Está mesmo tudo a ir embora da blogobola? [Socorro, não quero ficar sozinha a pregar!]
O que é que explica que os seguidores diminuam, mas as visitas aumentem? [Stalkers?]


(Por falar nisso, tenho para aqui um seguidor que entra e sai, e fica e vai-se embora, e volta e torna — que mais não é do que o milésimo nick de uma senhora lá do sul, que perde demasiado tempo a criar bonecos para saber em tempo real quando é que eu posto posta nova. Mulher, eu já percebi há qu'anos que esse senhor és tu. Se queres vir a correr cá ler quando há coisinhas novas, sem teres que criar mais outro perfil, faz assim: segue em anónimo, boa? Assim, eu nem fico a saber que tu és tu e que passas cá a vida. De nada, vai em paz.)


30/10/2017

E o teu primeiro blog, qual foi?

Aquele que te fez ler, e ler as postagens até ao início dos primórdios dos primeiríssimos tempos, e reler, e esperar pelo próximo post, e rir e chorar com o autor dele, e ter uma curiosidade imensa em saber quem estava atrás das palavras, e, no limite, te deu o clic e te fez pensar "Eu também sou capaz de uma coisa assim"?

O meu foi Mulher à beira de um ataque de nervos (vão-se lá perceber os meandros das nossas pesquisas, os acasos dos nossos meandros). Não foi há tantos anos quantos os blogs mais antigos e sobreviventes já contam, mas, ainda assim, foi há muitos anos, talvez nove ou dez. Era o blog de uma jovem mamã, com um filho pequeno, a quem nasceram entretanto mais duas filhas, a última das quais em casa. Lembro-me de ter rido até às lágrimas com um post sobre calças saruel ("Socorro, tenho o pipi descaído", foi só a melhor descrição daquela peça de roupa), e de ter chorado até às lágrimas com a tristeza da perda de um dos gémeos. Um dia, a autora partiu para o Dubai, fechou o blog e nunca mais o reabriu. Espero, sinceramente, que esteja bem e feliz, porque é daquelas pessoas que merecem mesmo.
Depois deste, atrás deste, em consequência deste, vieram o Salsifré Desgraçado e O piston é a cabeça do homem
E depois, outros e mais outros — uns que ficaram, outros que foram ficando, outros ainda que se foram (porque fecharam; porque eu os fechei). Assim como, certamente, o meu fica e depois também se vai. 
Então e o teu? Qual foi o do tal clic?



03/09/2017

#aindavoupararaostesourinhosdasautarquicas # 2

Decidam vocês.
Está foleiro?
Pois está, mas eu também nunca disse que era para ficar xik, phyno ou ileganth.



01/09/2017

#aindavoupararaostesourinhosdasautarquicas

Primeiro draft do meu header novo.
Sei que pronto, é só o primeiro.


Todas as imagens abafadas da nettinha, excepção feita ao fundo (pic do fundo actual, metida num daqueles filtros tipo centrifugadora) e àquela actriz de Hollywood a sair da linha do horizonte (que fotografei ao vivo, visto que mora na minha rua).

28/08/2017

Completamente a perder a paciência para isto

penso dedicar-me, nos próximos minutos horas dias semanas meses anos tempos, à elaboração de um header.
Sem inspiração.
Com expiração. 

25/07/2017

Tenho acessos de bloggerite!

Ando com aquilo que acomete @ verdadeir@ blogger, de onde em vez: o já famoso assunto que é a falta de assunto. Não tenho sobre o que escrever. Melhor ainda: todos os possíveis motivos para dar à tecla me parecem assuntos-não-assunto, ainda mais do que os do costume aqui no coiso. 
Podia falar do meu super-hiper-mega biquíni novo, mas não me apetece ferir susceptibilidades.
Podia falar sobre a semana passada, em que minha Sandra foi de férias e eu senti verdadeiras saudades dela.
Podia falar sobre o outro fim-de-semana em Tróia, onde quase calcei o sapato de tachos e tampas daquela Joana, e andei num ferry que tinha escrita a frase "Abre a felicidade".


Podia falar sobre um casal que vi numa esplanada, ele sentado numa cadeira de rodas, e que tinham, com certeza, redescoberto a tal abertura.
Podia colar aqui o vídeo da minha gata a comer as sobras do meu pequeno-almoço, que consiste no iogurte mais amargo do mundo com cereais.
Podia explicar no quão divertido está a ser estrear um top preto que, por ser novo, larga pelinho, e me deixa as axilas qual no shave July, e ainda no quão limitador está a ser não poder levantar os braços mais do que um rápido ângulo de 45º.
Podia falar no senhor Pereira — que eu também "tenho" um senhor Pereira, que se chama mesmo Pereira —, e suas abordagens muito deslocadas e mais ou menos descaradas.
Mas nada me parece suficientemente digno de registo, hoje.
Quem sabe amanhã.

Bloguei, não bloguei?


19/06/2017

Remember my name


Recebi um presente bonito da Gina, do Dias duma Grafómana. Não fui a única, segundo aviso da própria, mas fui única no momento do flash, pois foi de mim, enquanto Blue, que ela se lembrou, ao disparar [verbo agressivo, que se aplica no contexto fotográfico, mas que se desenquadra nestas circunstâncias]. 
Blue está um pouco por todo o lado, não sei que moda se fez ou se sou eu que reparo mais, desde que adoptei este nick. 
Blue deveria estar muito por todo o lado. Muito mais do que está.
Hoje é o segundo dia de luto nacional, e faz falta muito mais azul. 

09/06/2017

Post about posts

Não sei se com as outras pessoas que têm blogs acontece o mesmo que comigo, mas não só os rascunhos se multiplicam a uma velocidade estonteante, como também tenho sempre o rascunho rascunhado, o rabiscado que nunca vê a luz do dia, que é como quem diz, que nunca salta para outros olhos que não os meus: o que é editado vezes sem fim, alterado, limado, podado, acertado e nunca parece estar bem — bem, ou com requisitos mínimos para ser lido sem ter cara de lixo logo ao primeiro minuto de publicação. Acontece mesmo gostar dele, mas não ter coragem, paciência, tempo ou disposição para o parir, e então ali fica em gestação dias, semanas, meses, até que um dia é apagado como se nunca tivesse existido. São 93, neste momento, a contar com este, que também já foi começado hoje de manhã. Fiquei aqui a ler um outro, que está rascunhado há vários dias, escrito com o meu próprio sangue, guardei e fechei o computador. Ser cada vez menos anónima tem destas coisas: a liberdade, senão literária, pelo menos linguística, a da expressão escrita pura e dura, perde-se numa proporção tão grande que, o que sobra do que se pode dizer sem ficar a parecer, é uma ínfima parte da criação, é um quase nada de nós. Nem as metáforas nos podem valer.

(yey, também consigo escrever um post-pastilha-pastelão)


02/06/2017

Selinho Blog em Bom — as escolhas de Blue, Linda Blue

se é "selinho", é selinho até ao fim

Tenho muita pena de não poder pregar com aquele autêntico alfinete-de-peito — da criação altamente rephynada de inigualável Palmier — na lateral da minha alegre casinha, tão modesta quanto eu. Fá-lo-ia do lado esquerdo, pelas óbvias razões de ser aí que pulsa o que de melhor há em mim, apesar de os médicos não concordarem. (E também algumas pessoas não médicas.) No entanto, soube, após informação dada pela Mirone a dúvida alevantada pela NM, que apenas os eleitos pelo mentor deste mega movimento, Pipoco Mais Salgado, o podem fazer. 
Entrementes, há que escolher qual seria o meu blog, se o desgraçado fosse um Blog em Bom. Ora bem.
...
...
Se o meu buraco fosse um Blog em Bom, perguntam-me vocês e questiono-me eu sem cessar, desde que ontem a Nê me pôs nesta alheira.
Então,


seria este.
Ai, não posso? Mas quer dizer, este é à minha medida, é o único que eu consigo escrever, umas vezes com sangue, outras (quase todas) com suor, muitas com lágrimas (de riso e tudo).
OK, escolho outro. 
Também podia ser o da minha irmã. (Queríeis link? Olha...) Mas fazia-me sentido, para já porque não a homenageei no Dia dos Irmãos (sorry, sis, acho que tive um dia daqueles, mas gostei muito da tua singela homenagem às irmãs). E depois, porque ela tem um blog mesmo em bom: leve, alegre, sem os meus dramas de merda de vez em quando.
Acho, sem certezas, que também não se pode nomear quem nos nomeou, à laia de Casa do Big Brother, porque aqui não sai ninguém desta Casa, a menos que pelo próprio blogopé. Estás safa, Nê.
Vá, como não me apetece dar mais de mim do que já dei até agora, vou falar a sério: eu só queria escrever como a minha flor, eterna madrinha deste nick Linda Blue desde que ele existe. A forma como entrelaça as palavras rasga-nos o coração em mil bocadinhos bons, e depois, artisticamente, volta a pô-los todos no lugar, sem deixar marcas das que doem quando o coração se escaqueira. 
Quanto aos cinco, vou ali ao meu reader e já volto. Estou a tentar não repetir nomeados, o que não é fácil. Parece que nos movemos num blogoberlinde, e quase todos os que lá tenho já foram escolhidos por alguém. É no que dá chegar sempre tarde às festas. Já só posso rir-me do final da anedota, não porque lhe ache piada, mas porque as gargalhadas dos outros me contagiam como a praga. 

[Passado um bocado]

Só devia escolher homens, para ser original. 
[Ai eu já pensei mandar pintar o céu 
Em tons de azul, pra ser original 
Só depois notei que azul já ele é 
Houve alguém que teve ideia igual]
Mas isso já eu sou, mesmo não fazendo nada por isso.
Então, vá:
https://desabafosemrodape.wordpress.com/
http://www.diariodopurgatorio.com/
http://porquehojemeapetece.blogspot.pt/
https://naomudesnunca.wordpress.com/
http://carenciasefectivas.blogspot.pt/
(Safaste-te de boa, Piston.)
(E tu também, Caladinho.)
(E também tu, Mr. Peixinhos.)


Ainda antes do post do selo

Apercebi-me agora que ontem publiquei o meu dois milésimo quingentésimo post. Dois mil e quinhentos. Só para que conste. 

19/05/2017

Eu sou aquela pessoa que nunca, em circunstância alguma, deves levar ao supermercado # 49


Logo eu, que costumo entreter-me a tirar o perfil de cada um, em função das compras que leva no carrinho.
Que tipo de pessoa se dirige expressamente — com pressa e com intenção — a uma grande superfície comercial para comprar isto?



1. Alguém guloso e também limpinho;
2. Alguém com desejos e também com cheiros na privada;
3. Alguém com um TOC relacionado com os sentidos do paladar e do olfacto;
4. Alguém com um TOC azul, que tudo o que compra tem embalagem azul;
5. Alguém que faz estranhas misturas;
6. Alguém sem nada para fazer;
7. Alguém que trabalha muito e precisa de desopilar em minudências;
8. Alguém que vai receber uma pessoa importante em casa e também se esqueceu de encomendar, na última compra, os benditos desodorizantes;
9. Alguém sem assunto sobre o que escrever, a quem lhe morre o blog sob os dedos todos os dias mais um niquinho/sobre assuntos-assuntos, não apetece de todo?
10. ~~~~~~~~~~

Tudo eu.

14/05/2017

mmmmm, esta sensação de acordar ao domingo

espreguiçar a beleza numa cama confortável, olhar para o telemóvel, ler os mails, constatar que hoje salta fora mais um seguidor e ahhhhh, poder virar-me para o outro lado — exactamente aquele para o qual durmo melhor...