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14/07/2017

Também sou só eu?

Que, cada vez que vejo este cartaz, num relance leio pela Nossa Senhora?

Escuso de dizer que fui eu que coloquei o halo?
Não sei se é do lettering cinzento, se é da pressa com que leio, se é do facto de terem posto o pronome possessivo com maiúsculas, se é analfabetismo puro da minha parte, ou se a agência sabe muito bem o que está a fazer.
(A candidata do PSD até fica um bocadinho diabólica, ali ao lado, a rir-se toda.)

29/06/2017

Não sei se concordo com estas mensagens, mas também, eu sou tão esquisita...


E está uma pessoa no Hospital da Luz, entretida à espera, primeiro de ser admitida, depois de ser chamada, e aquele ecrã das senhas de vez, pim-pim-pim, desconheço como é que se trabalha num local assim e não se chega ao fim do dia com os nervos em frangalhos, devia mesmo ser considerada uma profissão de alto risco, ou desgaste rápido, ou alto desgaste, ou então de desgaste risco, ora se eu só lá estive uma hora da minha vida e é isto, que direi. Assim, de repente, do nada, o mesmo ecrã passa pequenos filmes publicitários, aquilo dos spots, e surge-me aos estupefactos olhos o da Mustela*, logo a minha Mustela, que eu tanto amo e me cheira sempre a bebé meu, a anunciar a sua gama, o leite corporal para bebé, o bebé praticamente nu a ser massajado com o creminho, depois o bebé está efectivamente nu e é uma menina, se não me falha a memória, logo a seguir vem o grande plano da genitália da criança, com a desculpa de se passar ali o tal creme, e a cena dura segundos a mais (dois, três), e, quando todos (?) pensamos que aquilo não pode ir mais longe, então não é que vai?, e ainda há umas mãos cuidadosas que vão espalhar pomada da fralda ali mesmo, onde já havia passado o creme, e são mais dois ou três, ou lá quanto tempo dura a dita operação, de um close up do pipi (que escusado será dizer que é) de uma menina.

Doentes, utentes e outros passeantes do Hospital da Luz: nenhum de vós é pedófilo, verdade?

* Ninguém me paga para me calar. E ainda que pagasse.

11/04/2017

Gosto cada vez mais da Rua Cor-de-rosa

Isso faz de mim uma blogger faishionerer? 
Faz.

Fazei zoom nos gatos e no beija-flor. São belíssimos

(Muito à vista a falta de gás para elaborar textos?)

03/12/2015

Pensamento escatológico do dia # 14

São imagens que a pessoa enfrenta, ainda antes das 9 da manhã.
Isto foi um cagadócio aventado às malvas. Com amor. 

19/10/2015

Eu sou aquela pessoa que nunca, em circunstância alguma, deves levar a passear à rua # 17

É que se dá o caso de me parecer que há recados em que é o cosmos a falar-me.

Num Dolce Vita que não é lá muito perto de mim
E até me apetece dar logo ali um pezinho de dança [e cagari se está alguém a ver. Capaz de até se babar].
De laranja — confere. O meu creme é ao que cheira. Não vou aqui dizer a marca, que ando farta de fazer publicidade e a Rituals* nem umas amostrinhas fora da validade me amanda.
Faz da vida uma festa — bom lema, não fosse directamente inspirado num jingle de um anúncio da Pepsi dos anos 80: Faz deste dia um dia de festa | Vem também | Faz da sede um sorriso | Prova a vida em cada Pepsi.
Com gás é que é mais difícil, que eu sou uma senhora e não faço essas coisas. Só por cima (e é cada um, que nem nas melhores tabernas da zona velha se apanha lá quem dê uns assim). 
Sabor a fruta? Ah, isso só me lembra a querida Dina. Nunca me canso do amor de água fresca dela. 

* Lá está. Mas ó: ninguém me paga para isto. Mesmo.

23/07/2015

14/06/2015

Lisboa, Segunda Circular, 7:12, domingo


Mesmo assim — com tanto cinzento no chão e no céu —, esta cidade é absolutamente maravilhosa.


03/06/2015

A tua mãe! # 2

A mim, é só o que me sai, no campo dos painéis publicitários, no multibanco. 


Perseguem as mães, no fundo.

Já esta semana, a campanha 'Excêntricos' do Euromilhões (não me posso esquecer de jogar. Eu fui talhada para excêntrica — o Ferrari Testarossa, aliado ao brinco bling-bling, em plástico rígido, cor-qualquer-desde-que-seja-néon), passa no rádio um anúncio, ao som do motor de um bimotor (heh, como é que eu me safava aqui da redundância, hum?), em que um Jarbas desta vida diz, tão simplesmente:

- Senhor, a sua mãe pergunta se leva... casaquinho.

Sejam mães primeiro, e depois podem(os) falar.

03/03/2015

A tua mãe!

Sabem aquela expressão populo-juvenil que responde a quase todas as dúvidas existenciais e ofensas mais ou menos graves, que é "A tua mãe!"?

Num multibanco que devia estar longe de mim.

Com a agravante de que a senhorazinha que está metida dentro da máquina em questão, está rouca.
Rouca, mas roufenha, tabaqueira, bagacenta. Não é rouca sensual tipo eu, com voz de jantes de liga leve. Não. Só rouca-velha. Um pânico. A pessoa alevanta dinheiro, arretira o cartão e as notas, e ela profere, desesperada: "Retire... o... seu... dinheiro...", com a voz a sumir-se num silvinho ciciado um nico assustador. Já uma pessoa vai ali à esquina - que, naturalmente, frequento, ou pensais? - e ainda ouve a pobre, já moribunda, "Retire... o... seu... dinheiro...". Coitada, há vidas tão pobres e sem conteúdo, que se limitam àquilo: ver passar os outros e ficar em bicos de pés, aos pulinhos, atrás da multidão, "Ei, estou aqui...". E zero plateia, zero atenção.

As sombras que vedes, não vos sei explicar. Estão ali três ou quatro cabeças, sendo uma minha. O resto era O povo, que não pode ver-me ir a um multibanco, que tem que se alapar logo ali nos meus quadros - traseiros -, e há ali uma coisa que, por mais que olhe, não consigo entender se pertence ao senhor careca das orelhas proeminentes, ou que raio de proeminência é então aquela. Até pus um sinalzinho indicador do lugar do coiso.

Isto foi tudo e o tanto que se arranjou para hoje.

01/02/2015

Pino até à falha

Num ginásio perto de mim.


Continuo a achar que me enganei na porta, e aquilo não é bem um ginásio.