26/11/2015

Erro de casting

O que é que se segue? O marreco, o anão, o preto, o maricas, a zarolha (ó ié...), a joanetes, o coxo, a maneta. 


28 comentários:

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    1. E acabo de ouvir nas notícias que temos, "pela primeira vez, uma ministra negra".
      :|

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  2. Esse pasquim é um nojo. O ponto mais baixo do tom informativo ( deformativo queria eu dizer).

    Abraço

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    1. E eu recebo as notificações diariamente, chegam a duas por dia. Isto porque, em tempos, quis votar num concurso de fotografia e desenho, e agora não consigo desregistar-me...
      Abjecto.

      Beijos, JM

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  3. Tá um cigano no governo? Só?
    Olha que acho que devem ser bem mais...

    (Tamos lixados! Se toma posse hoje, amanhã quando chegarmos aos carros para ir pró bules, vamos descobri-los sem jantes e assentes em tijolos... LOOOOOOOOOOL)

    :)

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    1. Hahahahaha, podes crer!

      (Este é que devia ter sido o corpo do texto deste post! :D)

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  4. Blue, se me permites...
    Erro de casting não sera essa newsletter diária?
    podes gostar de tomar o pulso ao país pela manhã, mas não haverá outro meio de tu saciares essa vontade com maior rigor jornalístico?

    a minha Vénia!

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    1. Ora bem, Shark: na mouche. Era esse o significado do título.
      Nem te conto por que é que recebo esta trashletter todos os dias, às vezes duas e três vezes. Um estorvo.

      O meu breve aceno.

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  5. Baixo nível e seres abjectos!

    Beijos, Lindona. :)

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    1. Nem sei se tenha pena deles...

      Beijos, Marioca :)

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  6. Ao nível do " Correio da Manhã ".
    Pasquim mais ordinário ? Não há !

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    1. Oferecem estágios remunerados, full time, por € 150,00 por mês, sabias?
      Até tenho tentações de me oferecer para lá.
      (A senhora das limpezas, com todo o respeito, deve ganhar melhor/ hora)

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  7. Olha, querem lá ver que fizemos todos o mesmo post. Fui dar a volta e olha, Xilre, Pseudo, Tu, Eu, Pipoca.... credo.

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    1. Pois, já me constou. E até verifiquei o feed, porque achei o tema tão bom que achei impossível ninguém pegar nele. Escaparam-me alguns :)

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    2. Ui... Eu também sou escriba de valor.
      Melhor: O Escriba. Ou não?
      Nem sei como se me escapou tamanho assunto. E logo eu, fidelíssimo ao CM.

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    3. Mas há dúvidas acerca disso?
      Posta lá qualquer coisinha sobre O assunto do dia, com tua suave pluma, digo, tecla. Ó fidelíssimo.

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    4. Estive algumas horas a decidir se o fazia. Fico-me com os vossos. Escrever sobre isto só me ia causar mais azia...

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    5. A sério que ofereceram, no Grupo Cofina, 150 euros a uma recém licenciada, por um full time (à laia de estágio remunerado).
      Esta pode ser a forma de estas pessoas se vingarem de semelhante achincalho - trabalhando mal.

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    6. Não pode Linda, e i brio profissional.
      Além de que, acho q fica melhor num CV, tirar bicas do que ter trabalhado no CM...

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    7. Ela não aceitou, claro.
      E sim, está a tirar bicas, em part time, a ganhar o seu dinheirinho mensal e a ocupar-se dos imensos tempos livres do mestrado.
      :)

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  8. Analisando o panorama geral, acho que tanto faz serem cegos ou não... se me dissessem que no Governo anterior, todos eram cegos, eu acreditava ;)

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    1. E nós parecemos o pior cego...
      Sim, mas eram mais o estilo de quem tem a mania que tem olho, e é rei :)

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  9. Isto é que é um erro de casting: http://porfalarnoutracoisa.sapo.pt/2015/11/pedro-arroja-o-rei-dos-homofobicus.html

    :P

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    1. O meu erro referia-se à escolha do título da notícia, tá?

      :P

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  10. E atenção, eu até nem acho assim tão estranho que se possa salientar a diversidade do governo (é de lamentar, até pq é sinal de q é a primeira vez...) mas não desta forma.

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    1. Lá está: até onde a raça/ etnia e as limitações de cada um interessam para o cargo que vai ocupar, é que é absolutamente transcendente.

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    2. Não importam. Minimamente.
      Mas repara, se tivesses um governo só de mulheres, provavelmente, comentarias. Pq seria algo pioneiro. Eu n estranho q se fale, mas n desta forma.
      Esperemos q chegue o dia em q n haja necessidade de se falar. Será sinal que já n é novidade ;)
      Mas reitero, a etnia, religião, sexo, tendência sexual, alguma deficiência, etc, em nada tem impacto. O que interessa é que tenham competências para o cargo. :)

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    3. Tal e qual. A mim interessa-me saber se são pessoas capazes de legislar - que, na verdade, é para o que lá estão -, e não com quem dormem ou como é que rezam.
      E é claro que comentaria um governo só de mulheres :) Mesmo que fosse maioritariamente formado por mulheres. Porque há cargos e profissões que, durante muitos anos, estiveram vedados às mulheres. E isso seria uma novidade, um "avanço", que ainda nem à igualdade numérica chegou. Mas não se prende com handicaps ou questões do foro íntimo dos representantes do Governo.
      :)

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