12/11/2013

Porque há pessoas como eu

que são pelo mal, também há outras que deviam ter mais talento a inventar nomes para as empresas. Uma pessoa vê isto


e assim, de relance, lê GENITÁLIA.

Só me lembra o gajo da Rua das Portas de Santo Antão mais a papelaria MAGINA, que eu estava sempre a ver quando é que caíam as perninhas àquele M.

10/11/2013

Eu tenho problemas com tudo # 1

Quer dizer, não sabia que título pôr e saiu isto.

Eu gosto de delícias do mar. É que defeco no argumento de que aquilo é altamente industrial, e no outro, de que aquilo são restos do camarão, da gamba e de todos os primos deles, ou lá de que é que é feito. A massa de esparguete também é altamente industrial e não deixa de ser boa como o milho, comida por todos, etc. E alguém sabe como é que se faz margarina? Então chiu.

Só gostava que alguém inventasse uma ceninha que abrisse aquele plastiquinho em que eles envolvem os tubos de delícias um a um. Ou então, que deixassem de os embrulhar no plastiquinho. Já quase tive um esgotamento nervoso a descascar uma embalagem inteira, que traz para aí uns vinte.

Grata. 

08/11/2013

Tudo muita excitado com o Nutella


Mas de valor, de valor era o nome na Cerelac, catano.


Isso é que era, seus meninos!

Pragas que me rogam

Eu tenho pragas. Existe uma praga de baratas na minha casa. No meu prédio, que tem dezenas de casas. Elas são enormes. Ontem matei a maior barata do mundo. Na verdade, era um cão. Um elefante. Uma vara de porcos (não sei como se diz manada de elefantes ou vara de elefantes, ou grupo de elefantes, nem estou para ir estudar). As mocadas que lhe dei com a parte rija da vassoura matavam um homem. Àquela gaja, puseram-na moribunda. Eram 11 da manhã quando a golpeei. Às 14:30 ainda agonizava no hall dos elevadores (varri-a para a porta da cabra que mora em frente, sim, porquê?). Às 5 da tarde teve que levar o golpe de misericórdia. 

E mosquitos. Deixei apodrecer duas batatas no móvel da despensa e houve uma mosca que resolveu ir parir ovos para lá. Já deitei fora as batatas, mas as moscas bebés eclodem às centenas - pronto, dezenas - por dia. Ontem achei por bem acabar-lhes com a raça, já que tinha assassinado a Cuca. Estava uma serial. Armadilhei tudo, arrumei todos os alimentos, tirei os passarinhos da cozinha, tirei também a água, comida e caixa de areia de uma das gatas, preparei-me para borrifar o tecto todo da cozinha com Dum Dum, ao som do velho jingle "Com Dum Dum não escapa um, Dum Dum é o fim" e depois fechar a porta toda a noite, quando percebi que não tenho mata mosquitos em casa. Aliás, não tenho mata nada. Nem a Cuca morreu bem morta pelas minhas mãos. Sou uma merda de assassina. 

Se calhar, a minha casa é uma farm, mas em ponto muito pequenino. Tenho as gatas, os passarinhos, milhares de mosquitos e várias baratas. Já tive peixinhos. E bichos da seda, mas não quero falar nisso.